Uma Louca Festa de Chá |
Segunda-feira, Junho 30, 2003
Sou o Chapeleiro Maluco, sou um cavalheiro
A Menina Azul Riso diz-me que sou intempestivo. Fico sentido e sugiro: "Perdão, adorável MAR, mas penso que tempestuoso será mais o termo" É que sou muita coisa e por vezes, também, tempestuoso, quando A MAR se agita e a Lua está temperada. Mas sou um cavalheiro e por isso, raramente, muito pouco, intempestivo. Intempestivo - do Lat. intempestivu - adj., que vem fora do tempo próprio; inoportuno; extemporâneo; inopinado. Tempestuoso - do Lat. tempestuosu - adj., que traz tempestade; sujeito a tempestades; proceloso; fig., muito agitado; revolto. Sou, diria, um chapeleiro oportuno e proceloso conforme as marés. Mas outros o dirão, eu não. ![]()
Chapéus, felizmente, há muitos...
Estou ausente, terminando uns chapéus para uns clientes apressados mas com bom gosto. Voltarei em breve, sobre o sentimento. ![]() Domingo, Junho 29, 2003
Não se preocupem, vou andar por aqui, uma voz, um chamamento...
Sempre alento! E as palavras frias, leva-as o vento... ![]()
Muita serenidade, o teu rosto junto ao meu e sonhos coloridos,
cheios de risos bem-vindos e novos borbulhares... ![]() Quinta-feira, Junho 26, 2003
POR SOB OS MONTES
Montes silenciosos embaciados dormindo à beira de nós Quem vem lá, trazendo uma canção de gestos de asa? Montes silenciosos agora embrenhados de vozes carregadas de maças com vida Observa dos telhados línguas de luz que flutuam acompanhando o voo das aves migradas Então, deixa-se cair uma chuva de grão moído sobre as linhas da cabeça azul Adeus à desordem das cidades vou por esses montes preenchidos de sentimentos de cereja E o ritmo dos teus desejos nos contornos torrados desses montes cor de barco... ![]()
Aqui do Outro Lado do...
Na minha Festa de Chá...na nossa, devo dizer, pois a Menina Azul Riso também por aí anda sempre e a Lebre das Lezírias (dá-lhe para dizer dos arrozais...) e até aquele Rato Ratinho....Na nossa Festa de Chá, somos assim...
Foi a Menina Azul Riso que pintou o quadro...por isso não aparece...
Volteios
Volteios do corpo, em danças Um amor se faz de movimentos Desafiantes Desafiando ergue-se, recém-nascido Ao céu do mundo Fortalece a sua carne, o seu sangue Ergue-se de luz da vontade de ser Corpos querendo-se, abraço De som, de música leve, sonolenta Possuídos da partilha percebida nas sensações primárias Dos olhos, da língua, da pele, dos tímpanos Do nariz que cheira o perfume da emulsão Da excitação invisível do outro E assim se alegra e reveste Da maior fé em dias e noites maiores E melhores de amor Da grandiosa força e ampla fúria Surgida pura em desejo De uma nova hora passada em caprichos Do toque conseguido miúdo, simples Que resiste e ganha À erosão cruel do mundo Quarta-feira, Junho 25, 2003
Só quero ser amado!!! Apercebi-me disto quando ia visitar a rainha de copas e reparei que dois enamorados se encontravam num semáforo lá do bairro do Castelo... ![]()
Sartre e Heidegger, esses dois grandes malucos.
Ser e Tempo, Ser e Nada....estou para aqui a ler estes tipos há não sei quantas chávenas de chá e ainda não percebi nada disto. Eu vou sempre a direito, se o direito cai eu vou torto e bebo mais uma chávena, a lebre puxa-me e zás! Lá estou eu a ser novamente festejado à mesa por um desaniversário qualquer, que bem tempo é. Isso de ser nada não percebo e ser aquilo que estamos por ser ainda menos. Acho que vou trocar de chapéu. Pergunto-me entre o desejo de trocar de chápeu e trocar realmente de chápeu haverá diferença? Estarei de má-fé se disser que amo, desejando amar amanhã um pouco mais que hoje? Terça-feira, Junho 24, 2003
Procuro menina louca para casar
...ter filhos, viajar à volta do mundo, ter uma casa com paredes azuis e sofás laranjas e criar! Eis a fotografia Quem souber do paradeiro, favor contactar: Chapeleiro Maluco, Louca Festa de Chá, País das Maravilhas, Pluriverso Segunda-feira, Junho 23, 2003
A MAR é algo de intangível e soberbo, de tremor e constelaçao É algo que se segue e nos conduz, à redenção ![]() Domingo, Junho 22, 2003
Quinta-feira, Junho 19, 2003
Há mundos nebulosos cobertos de falas de insectos corpulentos que martirizam a pele. Por isso, nesta Louca Festa de Chá vive uma aldeia que contém o segredo das sementes dos frutos da alegria. Ouves? Estalam palavras de paisagens aquecidas de música e risos!
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A Menina Azul Riso chegou ao Blog.
Depois do convite que enderecei à TA-L, aceite mas mais tarde metamorfoseado em convite à Texuga Tonta; depois do surgimento nesta minha Louca Festa de Chá da FLOR DE OURO, que acolhemos; eis que muitos anos depois da Alice nos surge a Menina Azul Riso. Dela nada sei mas gostei do ar dela e dos companheiros que trouxe. Esperemos que seja louca... Quarta-feira, Junho 18, 2003
Mas esperem... ela vem acompanhada de alguém mui especial, recebam de braços abertos o Mágico Sarfilopeniardilas, um seu amigo mui chegado que vem também animar este mundo louco com as suas magias-maravilha:
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Aqui vai uma musa daquelas que inspiram e fazem suspirar, uma donzela mui floreada, cheia de boas magias:
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Estou cansado, muito cansado. Tão cansado... Tenho de ir falar com a catrapila. No entretanto sinto-me assim:
Para animar a FLOR DE OURO
Porque gosto dela; Porque ela merece alegria sobre a alegria dela; Porque quando os dias parecem mais dolorosos são os malucos que amam que têm de tomar a frente e aquecer um sorriso no rosto querido ![]() Terça-feira, Junho 17, 2003
Aconteceu naquela Altura
Viajar pelo horizonte nascendo na praia ao sul Era o meu desígnio no dia novo do ano novo Acreditar com o sol na variedade inominada das horas Como o silêncio da areia fazendo-se turbilhão ao vento Lugar sagrado do encontro de volta ao mais humano À crença na bondade cósmica das pequenas coisas Como a perfeição do orvalho da noite e a brisa Na face descoberta a visão da praia onde iria Onde procuraria deixar-me e voltar à busca de mim Tomado da limpidez primordial dos olhares que vêem mas não sabem Do toque que se sente, sobressalta, desconhecido E da vibração no peito, no estômago, nos músculos dos membros Como harpa rumorejada por mãos maiores que nos fazem música Propagação mágica pelo espaço do deslumbre sentido ao passar do Mundo Do encantamento do horizonte, sempre vário, sempre primeiro Sempre contendo uma praia, ainda mágica e a possibilidade boa De encontrarmos aí princípios Regeneração desse qualquer núcleo definindo o nosso modo Em gestos, reacções e arremessos do corpo Animados da loucura oculta em existência E assim sempre voltando e crescendo, estamos aqui, onde for Buscando Principiar Segunda-feira, Junho 16, 2003
Bloomsday
Depois da tipa louca, um tipo louco. Hoje comemora-se mais um Bloomsday, o dia em que decorre a acção de Ulisses, do grande James Joyce. O dia em que James conheceu a sua Nora, que o havia de acompanhar para o resto da vida por entre uma turbulência digna deste vosso País. Eu presto aqui homenagem pois, a esse grande louco irlandês, cujas cidades gosto de visitar tendo a sorte de, pelos chapéus, sempre ser confundido com um duende. Duende....como vêem isto da loucura está tudo ligado, já diria o Lorca, o Alexandre ou o Joyce. Ou mesmo o de Cheshire Ei-lo ![]()
Está a apetecer à tipa louca que aqui escreve um pouco de cor e energia, portanto aqui fica... (um pouco psicadelic)
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A tipa louca que aqui escreve não vai levar banhos de areia tão cedo este ano, mas como é uma tipa porreira deseja as maiores felicidades para os sortudos que se vão espraiar ao sol um mês sem fazer nenhum nos próximos tempos...
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Aqui vai uma bela imagem porque a tipa louca que aqui escreve até está bem disposta...
É um beijo-mordidela muito carinhoso, dedicado aos fãs deste tipo de beijoquice... ![]() Sábado, Junho 14, 2003
O Sr. Sol, companheiro inseparável da LUZ, resolveu aparecer e dar uma força à sua amiga.
- Demónios fedorentos, onde é que já se viu? Vamos já dar uma lição a esses tipos!!! ![]()
E agora um pouco de LUZ...
Sim, porque ouvi dizer que andam por aí uns demónios fedorentos... Quero que esses tipos vão dar uma volta ao Bilhar Grande e não voltem! Senão a LUZ não terá piedade... ![]()
CARAMELO
no teu olhar voar, voar doce voar cantar as asas que se elevam soltas no ar quente passear por todos os teus corredores e explodir açucar ![]() Sexta-feira, Junho 13, 2003
Miauuu... dá festinha dá, dá! E não penses mais nisso.
Vem daí... dar uma voltinha, mostro-te uns sítios bonitos, com cheiros airosos e paisagens celestes. Vem, vem... ![]() Quinta-feira, Junho 12, 2003
Contributos
Pedi ao meu amigo o Daoísta Louco para nos revelar algo sobre a Flor de Ouro. Eis o seu contributo, Mad Daoism II. Apresento-vos também...schhh...guardem segredo... a Ordem da Flor de Ouro. E por fim, se quiserem saber mais... Leiam isto com atenção
Texuga vai, Ouro vem
Sai um chapeleiro de férias por dois dias e sem um aviso, sem uma chávena de chá a Texuga Tonta, o nome já era premonitório, abandona-nos. Já enviei telegramas para o Sítio do Picapau Amarelo, para o Vento nos Salgueiros e até, vá-se lá saber, para a Árvores dos Patafúrdios. Até agora nada. A TA-L, prefiro o nome original, esvaneceu-se. Que é como dizer, desvaneceu-se. E depois, por entre um espirro, do vale do Éden surge um Flor e eu aqui, no meio de chás, Alices e Lebres, sou tudo menos discriminatório: se for louca e beber chá venha e fique. Sente-se, comemoramos desaniversários e amores infinitos. Sede benvinda Flor de Ouro.
Terça-feira, Junho 10, 2003
Gosto de ti, devagar, no subir da serra, depressa, quando a desço, chego lá a baixo cheia de restos de ramos e pinhas, faço-te pinhões ao almoço, à noite vamos observar as corujas, subimos às árvores e ouvimos os ruídos da noite em alvoroço, moramos em casas de pedra, cobertas de ramagem, de manhã trago a água mais doce do poço, o mundo cresceu um pouco mais, vês, um novo caminho, uma nova floresta, as minhas passadas regam os troncos novos e enchem-nos de labaredas verdes, as bocas falam, estalam a terra, só amanhã saberei o que cresceu de novo, aparições, tu em todos os dias, estás nos meus gestos, a aprender a linguagem das florestas...
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Um abraço cheio e lento
que entorpece os sentidos despertando cardumes de emoções livres que aquecem as águas mais profundas ![]() Segunda-feira, Junho 09, 2003
O Presente
Um perigo, um alerta Uma forma de buscar a perfeição De amar-te em silêncio Não poderei eu amar-te e ter-te? Violência, estar afastado de ti Estar afastado do teu peito E reprimir em mim a vontade do abraço Assim, envolto de um chumbo líquido Sou desconhecimento total Quero alargar coragem A um braço que pulsa Um peito que deseja E tomar-te de mim E de tudo E de tudo tornar nosso O nosso caminho Para sempre Sábado, Junho 07, 2003
Depois da nossa geminação com o Sítio do Picapau Amarelo (e da louca sugestão referente à Árvore dos Patafúrdios, feita pelo Gato de Cheshire) eis que agora a TA-L parece querer uma geminação com o Vento nos Salgueiros.
Texuga Tonta?! Onde já se viu?.... Não tenho nada contra o Grahame. É tão louco (mais ainda, diz-me o Toad do Hall) quanto o Carrol. E, por isso, a geminação é óptima ideia. Aliás gosto muito de lá ir visitar o pessoal. E encontro lá sempre o Syd Barrett, o que me dá imenso jeito... Mas Texuga Tonta? Uma criatura maravilhosa e completamente louca? Louca, não tonta. Uma coisa é ser louca e aqui somos todos loucos. Mas tontos não! Mas suspeito que a TA-L vai ver a luz com a ajuda deste nosso amigo gaiteiro, cap. VII....
À popa do meu mundo
Alva a noite ou o bosque O teu rosto ou o teu sonho. Há algures em ti uma sombra, Um sinal nas costas Que me lembra a perdição Eis, por isso, um medo, surgindo À boca do meu beijo E ao toque do meu corpo A verdade é o meu amor ser tudo O que depende da tua paixão
Era uma vez uma história sem fim, vivia angustiada
porque não tinha nada para contar e não lhe era permitido escrever a palavra fim... ![]()
Não te esqueças
que tens as janelas nas mãos abre-as e devolve-te a luz: os dedos amanhecem nos olhos crescem colinas e há sempre risadas luminosas na floresta onde o amor se estende ![]()
A T A-L, que pelos vistos já não é a T A-L (do gostinho especial), muda de nome para Texuga Tonta...
E agora, com muita nostalgia, aqui vai uma pintura mui bela para alegrar as vossas existências... ![]() Quinta-feira, Junho 05, 2003
Apresento-vos agora uma extraordinária pintora, a Mãe Natureza, que já desde há alguns séculos nos tem vindo a presentear com as suas magníficas criações, como esta, "Picasso Marble":
![]() Quarta-feira, Junho 04, 2003
Prenda minha E, como tal, sinto que uma prenda para a TA-L é o que melhor demonstrará o meu apreço Desculpem-me a falta de originalidade e de loucura mas optei por um clássico... ![]()
TA-L
Também está de parabéns a Texuga Azul-Laranja por ter transformado a minha Louca Festa de Chá num evento artístico de proporções Maravilhosas Eis como me sinto (gosto muito deste meu chapéu): ![]()
Sophia de Mello Breyner Andreson, essa grande louca!
A Sophia, uma amiga de longa data da Texuga, da Lebre e da Alice e até minha, embora há muito por aqui não apareça, está de... PARABÉNS!!! ao ganhar aos 83 anos o Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana, atribuído pelo Património Nacional de Espanha e pela Universidade de Salamanca. O que só prova a minha velha teoria de que o génio e a loucura não têm idade...e ainda melhoram com ela, caso a tenham... ![]() Terça-feira, Junho 03, 2003
SEM RITMO DEFINIDO
Nada me faz sair de mim As campainhas tocam em vão, os telefones estão desligados e os sentidos anestesiados Deambulo pelos sótãos sem ritmo definido Andar por andar, não há nenhum lugar onde queira estar ou visitar Não há países, apenas mares Mares infinitos que me procuram à noite Deito-me no asfalto ainda salgado pelo passagem do mar Vejo barcos de asas postiças que voam em direcção às colinas de algodão Sinto-me um planeta inconstante, perdido no centro do universo Bebo laranjais enquanto a tarde cai em mim Acende a escuridão, corre as cortinas, prepara as orquestras para eu me poder sentir Por ti atirava-me rochedos abaixo, chamas adentro Ruídos, murmúrios, sussurros e palavras não ditas Trazes-me as flores que crescem no mar? Chá morno no repouso das criações, invadindo o corpo sedento de lava Mas em mim vive a resina que a madeira derrama Ardes em mim dilatando os caminhos das veias em pulsão Nos gestos pautados pelas tipografias dos dias anseio ouvir-te encantar os pirilampos, para me iluminares com as tonalidades da vida Sonhos intemporais, terras sem nome, corpos sem rosto Em terra nenhuma, em lugar nenhum vagueio sem ritmo definido No meu coração descampado, queres erguer a tua tenda? ![]()
As planícies amadurecem deixando
um rasto difuso no ar em alvoroço Chegam barcos carregados de céu e rebentam no areal verde ![]()
Um tinteiro não dura para sempre. Há que escrevê-lo.
This unique 18th century writing set is an excellent accessory for the journalist or artist. 4-1/2" tin or brass canister with lid, it permanently holds a glass ink bottle and accomodates 2 quill pens. Mais tinteiros originais: INKSTANDS and INKWELLS
Minhas loucas, meus loucos,
Penso que uma apresentação é devida. Como já devem ter observado a qualidade estética e louca desta Festa de Chá melhorou substancialmente. Tal deve-se ao facto de um nosso convite ter sido aceite pela Texuga Azul-Laranja, o segredo mais bem guardado do País das Maravilhas. A Texuga Azul-Laranja é tão esplendorosa e genial que Carroll, o demiurgo esquizóide, nem sequer a incluiu nos seus famosos diários de viagem, com medo que ela obnubilasse, vamos repetir que a palavra é bonita, obnubilasse a restantes personagens. Eu não tenho medo pois tenho Chapéus vários à prova de obnubilações. E afins. Sem mais delongas, a apresentação formal.....rufem os tambores Texuga Azul-Laranja, ei-la!!!
Era uma aranha robusta, caprichosa, só comia insectos recentes, daqueles que têm apenas um dia ou dois. Bordava teias elásticas e treinava saltos em altura para caçar mais eficazmente as suas presas. Comia mais do que devia, lanchava quatro vezes ao dia. Eu fui um desses lanches suculentos e escrevo as minhas memórias no seu estômago...
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Era um sonho vermelho carregado de pontos moventes que cresciam e levava-os o vento. Era um sonho de rostos chamuscados que bebiam água nos intervalos das fogueiras. Era um sonho que voava, ia ao cinema e ao fim da noite regressava sonolento a casa.
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O meu sapateiro tem três narizes, tem três narizes o meu sapateiro,
se não tivesse três narizes o sapateiro não era meu: ![]() Segunda-feira, Junho 02, 2003
Aqui vai uma magnífica imagem, quase soberba, ou mesmo soberba, diria mesmo, soberba, ou até soberba...
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Provocação
O Gato de Cheshire, com a fleuma risonha que o caracteriza, comentando a geminação do nosso País com o Sítio do Picapau Amarelo, afirmou: A próxima [geminação] vai ser com a Árvore dos Patafúrdios... ...e depois desapareceu, sorrindo. ![]()
Geminação
Após complexas e morosas negociações entre a Lagarta Caterpillar (passe o pleonasmo) e o Visconde de Sabugosa, olha que dois..., posso anunciar em primeira mão a celebração de um sonho: A geminação entre o nosso País das Maravilhas e o Sítio do Picapau Amarelo! Agora um sem fim de intercâmbios e possibilidades estão ao nosso alcance. E tanto que eu estava a precisar de um solzinho de Sítio para me bronzear... Vai daqui um grande abraço para todos, em especial, para o meu amigo de longa data, o louco Saci Pererê (passe a redundância). |